março 13, 2006

Tanta asneira, a monte, é demais

O João Norte (do intro.vertido) terminou o comentário ao meu post anterior com a frase que dá título a este.

E eu acrescento que a sanha a que se refere e que se resume em tanta asneira a monte não é demais. É pensada com vista a desmoralizar a classe docente. Só assim se entende esta estratégia.

Qualquer pessoa comum (e não precisa de estar muito atenta) entende facilmente que os actos da ministra e de Valter Lemos, juntamente com a direcção da CONFAP têm feito mais mossa na credibilidade dos professores do que todos os actos governativos de todos os ministros juntos, do 25 de Abril a esta parte. Alguns consubstanciam processos persecutórios que pensávamos completamente afastados da democracia portuguesa, a saber:

1- As famigeradas listas de professores grevistas aos exames;
2- A divulgação das faltas, no dia da última greve.

O primeiro tinha por objectivo atemorizar os professores; o segundo pretendia criar na opinião pública uma imagem que mostrasse a classe como gente relapsa e absentista. Como (senso comum) estes actos prejudicam não só os docentes mas também (e sobretudo) toda a estrutura educativa, a pergunta que fica é esta: Eles estão de boa fé? Ou trata-se de uma grosseira inabilidade política?

Publicado por ACarvalho em março 13, 2006 09:24 PM
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