O candidato que eu apoio tem de se demarcar da sensaboria de Cavaco, do frentismo de Louçã, da cassete de Jerónimo, do pesadelo da ressureição do velho arquétipo de uma certa clique imobilista, encarnada por Soares.
Porque chato, chato, é ver a velha e inquieta raposa descartar o BI, despir o arquétipo e apropriar-se do desassossego que, legitimamente, competiria a Manuel Alegre despertar nas gentes. Queria ver no poeta a encarnação de uma onda irresístivel, galvanizante, e com ela, e nela, nos transportar a todos na salutar vassourada ao fatalismo, à inacção. Não deixemos que o céu nos caia na cabeça! Por tutatis!
Quero um Alegre com verve, genica, um poeta agitado, inconveniente, no limiar da dissensão. No limite, um candidato verrinoso, chato, incorrecto, porque não? Feio é fumar!
Subscrevo...pode ser que até ao contar dos cestos seja ou se faça vindima...
Um abraço.
Ps.Mas que raio de ideia essa de se mandar uma carta aos militantes para votar...são débeis mentais, não têm discernimento ou vontade propria?
Para mim seria um insulto receber uma indicação de voto...já parece o tempo da outra senhora...enfim!
Morfeu
Exacto! Antes de 74 mandavam o voto para casa. Saudosismo.
Afixado por: ACarvalho em novembro 29, 2005 07:34 PM