Segundo o CM, citando fontes do Serviço de Estrangeiros, ha cerca de 10.000 mulheres residindo ilegalmente em Portugal, trabalhando como prostitutas. Segundo fontes bem informadas, a legalização da prostituição traria a estas mulheres a hipótese de se legalizaram. Porquê? Por trabalharem num sector de actividade legítimo e por pagarem os seus impostos. Se legalizadas do ponto de vista laboral, teriam direito a um visto de residência, a um subsistema de saúde, para além de direitos sindicais.
Como a legislação portuguesa faz depender a importação de mão-de-obra, das necessidades de um determinado sector, até pode ser que o País necessite de muito mais mulheres do que as 10.000 existentes, dinamizando a indústria em causa e actividades subsidiárias: proliferação de bares, "boites" e "red districts", transformando certas zonas de algumas cidades em florescentes bairros de sexo, animando ainda o comércio local e o turismo sexual.
Quem não tem cão caça com gato. Quem sabe se não está aqui a saída para a crise económica do País (se as Mães de Bragança sabem disto...)
Publicado por ACarvalho em outubro 24, 2005 08:03 PMSó faltava imporem quotas para "prostitutas"... Havia de ficar mesmo bem num Diário da República...
E porque não reconhecer de vez a existência da prostituição, levar estas "empresas" e "empresárias" à legalidade e à fiscalidade, garantindo e vigiando o seu estado de saúde e boicotanto as Mafias que prosperam na ilegalidade?
Afixado por: Rui em outubro 24, 2005 08:37 PMAcho que seria a melhor solução sobretudo por causa da proliferação de doenças sexualmente transmissíveis.
Afixado por: ACarvalho em outubro 24, 2005 08:52 PMSó dez mil prostitutas?!... Então como é que há tanto filho da p---? Han?
Um abraço desconfiado,
Francisco Nunes
Uma questão bem levantada, Francisco, será que cada uma teve 10 filhos?
Afixado por: ACarvalho em outubro 25, 2005 10:48 PM